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Na moral

Salvo os clássicos da área, não aguento mais rap.

Hit parade de música horrorosa composta por gente bacana

1 - Imagine (todo mundo sabe o autor) - é uma baba universal com "mensagem".

2 - My Love (Paul McCartney) - pensando bem acho que a Linda, sua esposa na época merecia...

3 - Sacrifice (Elton John) - um sacrifício escutar.

4 - Tears in Heaven (Eric Clapton)  -  o motivo da composição é justo, só não se justifica a ruindade da música.

5 - A Gente Vai Levando ( Chico Buarque / Caetano Veloso ) -  dois ótimos compositores se reunem e desovam essa pobreza.

6 - Fragile (Sting) - a versão em português é um primor. Consegue piorar.

    o que era ruim.

Engenheiro do Hawaii 

...conseguiram vender para todo mundo uma idéia absurda de que música pode ser de graça, mas ninguém fala isso em relação a livro ou big mac. Os caras compraram isso achando que ia ser uma coisa revolucionária, só que alguém vai pagar  a conta, alguém vai ser o dono da voz. ( Humberto Gessinger )


Gírias e Implicâncias

"Baguio", é uma giria usada pela rapaziada. É uma palavra  feia para caramba! "Usuário" é outra palavra com uma utilização boboca. Usuário é maconheiro e ponto. Escutar em uma unidade do Sesc ...o usuário deve se dirigir ao balcão...me causa estranheza. E ninguém me fará escutar uma banda cujo nome é: "Móveis Coloniais de Acaju", boa sorte aos caras mas estou fora ! 

Palmeiras x LDU

Ouvido na transmissão da SporTv na partida entre o horroroso escrete do Palmeiras e o não menos horrendo LDU: ... a bola atrapalha o futebol de alguns jogadores ...

 

Johnson's & Johnson's na cachola

A música e o novo comercial da Johnson's é muito bonitinha. Mais interessante e gostoso que muito clip modernim.
Quem tem competência...

ELEGANTE  COCADA

O senhorzinho estava do outro lado da rua vendendo seus doces. Calça preta social, cinto, sapatos pretos e implacável camisa branca de manga comprida.Comprei é claro por 1,25 reais cada. Levei duas. As aparências não enganaram, era realmente boa!

SUBINDO A RUA AUGUSTA

Depois do trabalho, subindo a rua Augusta a pé parando em lojas de CD. Wander Lee 20 contos? Chato e caro paca. Uma Bethânia Antígona e
Maravilhosa, com o clássico “Carcará” (João do Vale) por 14 contos? Vou levar. Céu, Maria Rita, Maysa, Vanessa da Mata no ofertão? Demorou ... 

Qué que cê qué 

Por quê você quer ser artista
Por quê você quer ser cantor
O campo precisa de gente
Não tem mais agricultor

Estou escutando no Myspace as músicas do novo disco do Carlos Careqa. Muito, muito bom. O cara entende do riscado.

"Spectacle : Elvis Costello with..."

Estava zapeando e parei na hora. Era Elvis Costello na HBO, quarta 22:30, em um genial programa de entrevista onde a pauta é música. Nada de fofoca, vida sexual, frescurinhas, e o entrevistador fala muito menos que o entrevistado...   Assisti ao garoto Elvis (puts! comprei seu primeiro disco lançado na fase punk...) papeando deliciosamente com Elton John. Muito bom. Ontem assisti ao ex-presidente americano Clinton esbanjando conhecimento sobre jazz, Beatles e Stones e citando sua cantora predileta : Virginia Rodrigues.
P.S.  coincidentemente, comprei ontem o jornal O Globo, 8 de Abril, para ler a coluna de meu querido Artur Xexéo. A pauta era Uma Noite com Elvis Costello  e convidados.Como diria o Professor Pasquale: é isso.

Rolling Stone de Abril

A revista continua ótima.Entrevistona  de Kurt Cobain (não, não foi psicografada é de arquivo), uma belíssima crítica do novo disco  de  Caetano Veloso  por Pedro Alexandre Sanches, e o sempre genial Miguel Sokol na coluna Vida Pop. As ilustrações/desenhos continuam feias para caramba. A de Caetano é horrorosa a de Humberto Gessinger / Engenheiros do Hawaii idem.

Internete

"Se você baixou músicas minhas sem pagar , então me deve dinheiro"

Lemmy Kilmister do MOTÖRHEAD

 

MEA CULPA

Sim estou morto de inveja do povo que foi assistir ao show do Kiss. Devia ter me juntado a Vanessa, Fernando e ao Guilherme.

P.S.Há uma bonita crítica na Folha   9 de Abril de Ivan Finotti.

Uma Temporada No Inferno com os Rolling Stones 
(Robert Greenfield)

Acabo de ler. É um livro ácido e brilhante (???!!!) contando detalhes da gravação do "Exile on Main Street" , álbum que lançado em vinil duplo (1972) , escutei e não dei muita bola. Redescobri agora, e é realmente um clássico. O livro trata do cotidiano incomum da banda. Drogas, drogas, sexo, drogas, drogas, mais drogas, sexo e algum rock and roll.
Mesmo assim vale a pena . O disco também, que aliás melhorou  muito com o passar dos anos
ganhando mais força e vitalidade.
Não virou vinagre, é vinho de  safra distinta.

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